quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Pouca faixa, muita música.

Quem está acostustumado com rock progressivo, não se surpreende com músicas de grande duração. Dogs e Close To The Edge que o digam. A composição aqui hoje comentada supera-se nesse quisito. Light of Day, Day of Darkness, da banda norueguesa Green Carnation, é a única faixa do disco que leva o mesmo nome. São sessenta minutos de puro progressivo. Há uma mistura de vozes e instrumentos que deixou esse épico com uma riquesa sonora enorme. Vale a pena ouvir cada minuto. E, ao contrário do que a maioria das pessoas, que ainda não estão acostumadas com essa vertente do rock, possam imaginar, não é, nem um pouco, uma música cansativa. Essa propriedade do progressivo de mudar o rumo da canção, tendo-se até a impressão de que outra começou, é bem explorada nesse álbum. Pode se dizer que segue as regras do útimo disco aqui postado, porém, os atos não estão dividos em faixas.

Eis "as faixas":

  1. "Light of Day, Day of Darkness" - 06:06

Continuo com a mesma proposta. Não colocarei links de download neste blog. Quem desejar obter informações de como conseguir o álbum pode entrar em contato pelo endereço temqueserrock@gmail.com. Uma ótima semana a todos e até a proxima.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Pra Quem Curte um Metal Prog!

Pois é! Quem conhece metal progressivo, provavalmente já ouviu falar do Dream Theater. E não é para menos. Os caras já estão na estrada há mais de vinte anos. O som deles esbanja qualidade. São realmente um "time" muito bom. O álbum Metropolis Pt. 2: Scenes From a Memory retrata bem isso. Lançado em outubro de 1999, segue a tendencia de "módulo" ou "atos". As músicas são contínuas. Uma começa onde a outra termina.




São essas as faixas:



  1. "Scene One: Regression" - 02:06

  2. "Scene Two: Part I. Overture 1928" - 03:37

  3. "Scene Two: Part II. Strange Deja Vu" - 05:12

  4. "Scene Three: Part I. Through My Words" - 01:02

  5. "Scene Three: Part II. Fatal Tragedy" - 06:49

  6. "Scene Four: Beyond This Life" - 11:22

  7. "Scene Five: Through Her Eyes" - 05:29

  8. "Scene Six: Home" - 12:53

  9. "Scene Seven: Part I. The Dance Of Eternity" - 06:13

  10. "Scene Seven: Part II. One Last Time" - 03:46

  11. "Scene Eight: The Spirit Carries On" - 06:38

  12. "Scene Nine: Finally Free" - 11:59

Não indicarei faixas específicas. Todas as faixas são ótimas. Escutem, preferencialmente, em ordem e com tempo para todas. Não deixarei aqui o link para download do álbum. Quem se interessar, pode enviar um e-mail para temqueserrock@gmail.com que indicarei como conseguí-lo ou o disco anteriormente comentado. Até mais.

Fontes de referência: Artigo do álbum na Wikipédia


sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Para começar!

Como primeira postagem, gostaria de comentar esse álbum e principalmente essa banda, que descobri a pouco tempo, mas já posso considerá-la entre os meus maiores achados. The Flower Kings é uma banda bastante competente em seu trabalho. Seu som é limpo e melodioso. Lembra um pouco a lendária Yes. Pois bem. Este é o Scanning The Greenhouse. Não trata-ser exatamente de um álbum, mais sim de uma compilação lançada em 23 de junho de 1998 (Aniversário do meu Pai), incluido canções dos primeiros álbuns de estúdio.




As faixas são:



  1. "In The Eyes of The World" - 10:38

  2. "World of Adventures" - 13:37

  3. "Pipes of Peace" (Tomas Bodin, Stolt) - 1:19

  4. "The Fower King" (1998 re-recorded version) - 11:40

  5. "There is More to This World" - 10:15

  6. "Stardus We Are, Part 3" (1998 re-recorded version) - 9:56

  7. "Retropolis" - 11:10

  8. "Compassion" - 4:45

Escutem todas, mas escutem com atenção as faixas: 2, 4, 5 e 6. São as minhas favoritas. Stardus We Are então, é obra prima. Vem de um álbum muito bom com o mesmo nome. Espero que minha opnião seja útil. Conto com comentários, críticas e sugestões e até mais ver.

Fontes: Wikipédia em Inglês.



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